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domingo, 25 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Gosto!
Gosto dos sons ausentes da Noite...
gosto da luz brilhante da Lua...
gosto das cores calmas do Outono...
gosto do frio quente do Natal...
gosto de gostar...
gosto do sótão cheio de mistério e livros...
gosto de café,.... e morangos
gosto de ti, sem existires...
gosto de gostar...
gosto da luz brilhante da Lua...
gosto das cores calmas do Outono...
gosto do frio quente do Natal...
gosto de gostar...
gosto do sótão cheio de mistério e livros...
gosto de café,.... e morangos
gosto de ti, sem existires...
gosto de gostar...
quinta-feira, 22 de maio de 2008
a magia das palavras
que seria de mim sem palavras?
que seria da minha solidão, tão só sem as palavras...
sem as minhas...
sem as tuas palavras....
.
.
.
mesmo num feriado a meio da semana
que seja um amor...
ou talvez não...
as palavras acompanham
as palavras unem
as palavras sentem...
as palavras... que o coração ouve...
que seria da minha solidão, tão só sem as palavras...
sem as minhas...
sem as tuas palavras....
.
.
.
mesmo num feriado a meio da semana
que seja um amor...
ou talvez não...
as palavras acompanham
as palavras unem
as palavras sentem...
as palavras... que o coração ouve...
Sábados, Domingos e Feriados
A rotina pára...
não há horários...
podia fazer tudo, ou quase tudo...
mas fico parada...
sem saber por onde andar...
olho-me no espelho...
sim... sou eu... ao tempo que não te via!
por onde tens andado?
...
( encolho o sombros! por onde tenho andado? )
não sei...
tens olheiras....
tens umas pequenas rugas...
tens um ar cansado...
vá lá...
hoje tens tempo... toma bem conta de ti...
hoje tenho tempo?
tempo de quê?
de ver a vida a passar?
não quero semanas com sábados, domingos e feriados....
não quero ter tempo de olhar no espelho...
e saber que...
tu... meu amor,
não estarás mais do lado de cá do meu espelho
não há horários...
podia fazer tudo, ou quase tudo...
mas fico parada...
sem saber por onde andar...
olho-me no espelho...
sim... sou eu... ao tempo que não te via!
por onde tens andado?
...
( encolho o sombros! por onde tenho andado? )
não sei...
tens olheiras....
tens umas pequenas rugas...
tens um ar cansado...
vá lá...
hoje tens tempo... toma bem conta de ti...
hoje tenho tempo?
tempo de quê?
de ver a vida a passar?
não quero semanas com sábados, domingos e feriados....
não quero ter tempo de olhar no espelho...
e saber que...
tu... meu amor,
não estarás mais do lado de cá do meu espelho
domingo, 18 de maio de 2008
Quando se gosta de alguém ...
Quando se gosta de alguém ...
temos sempre rede
nunca falha a bateria
nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente
Quando se gosta de alguém ...
não respondemos a uma mensagem só no final do dia
não temos acidente de carro, nem furos nos pneus em avarias....
Quando se gosta de alguém ...
ouvimos sempre o telefone
lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso.
Quando se gosta de alguém ...
nada nos impede de estar juntos,
porque nada nem ninguém é mais
importante do que nós
temos sempre rede
nunca falha a bateria
nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente
Quando se gosta de alguém ...
não respondemos a uma mensagem só no final do dia
não temos acidente de carro, nem furos nos pneus em avarias....
Quando se gosta de alguém ...
ouvimos sempre o telefone
lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso.
Quando se gosta de alguém ...
nada nos impede de estar juntos,
porque nada nem ninguém é mais
importante do que nós
flach
hoje o dia termina...
queria terminar também..
temos dias em que não gostamos de nós...
pior é quando esses dias são todos...
quem sou eu?que sou capaz de lutar até à morte pelos outros...
incapaz de dar uma mão por mim...
porque me sinto sempre tão detestável?
porque tento sempre parecer confiante, segura?
no fundo... sou assustada e medrosa...insegura...
porque me entrego por inteiro a nada?
porque me dou a ninguém?
porque fogem de mim?
e me deixam na minha solidão...
porque o ruído do mundo não me dá a paz...
sinto-me uma contradição...
sinto-me vestida de negro quando estou apenas despida...
sinto-me um flach...
apenas sirvo por fracção de segundos...
depois apago para sempre...
depois... não me vê mais...
sinto que desiludo tudo e todos...
mas claro que a desilusão que doí...
mas foi ter-te desiludido, que doeu mais...
doi muito se te causei angustia dor...
mas doí mais saber que não te causei nada...
que apenas passei do outro lado da vida...
que nem deu para reparares que eu existia...
pior do que chorar por te ter perdido... foi nunca teres sido meu..
e eu existo...amando em silêncio... apesar do tempo passar...
queria terminar também..
temos dias em que não gostamos de nós...
pior é quando esses dias são todos...
quem sou eu?que sou capaz de lutar até à morte pelos outros...
incapaz de dar uma mão por mim...
porque me sinto sempre tão detestável?
porque tento sempre parecer confiante, segura?
no fundo... sou assustada e medrosa...insegura...
porque me entrego por inteiro a nada?
porque me dou a ninguém?
porque fogem de mim?
e me deixam na minha solidão...
porque o ruído do mundo não me dá a paz...
sinto-me uma contradição...
sinto-me vestida de negro quando estou apenas despida...
sinto-me um flach...
apenas sirvo por fracção de segundos...
depois apago para sempre...
depois... não me vê mais...
sinto que desiludo tudo e todos...
mas claro que a desilusão que doí...
mas foi ter-te desiludido, que doeu mais...
doi muito se te causei angustia dor...
mas doí mais saber que não te causei nada...
que apenas passei do outro lado da vida...
que nem deu para reparares que eu existia...
pior do que chorar por te ter perdido... foi nunca teres sido meu..
e eu existo...amando em silêncio... apesar do tempo passar...
domingo, 11 de maio de 2008
Cheio de ti
A neve caía…era “aquela” noite de Inverno
Atrás dos vidros da janela…eu a via cair..
Devagar… suave…
Fechei os olhos…
E vi-te…
Sorrias…
sorrias só para mim…
Ouvi os sinos…
Dei-te as minha mãos…
As tuas estavam geladas…agora eram as minhas que estavam quentes…
Agora fui eu que lhes peguei e as encostei a mim…
Abracei-te… abraçaste-me forte…e ficamos assim…muito tempo….
Abri os olhos…
Já não nevava…
Tu não estavas…
Mas o meu coração continua cheio de ti….
Atrás dos vidros da janela…eu a via cair..
Devagar… suave…
Fechei os olhos…
E vi-te…
Sorrias…
sorrias só para mim…
Ouvi os sinos…
Dei-te as minha mãos…
As tuas estavam geladas…agora eram as minhas que estavam quentes…
Agora fui eu que lhes peguei e as encostei a mim…
Abracei-te… abraçaste-me forte…e ficamos assim…muito tempo….
Abri os olhos…
Já não nevava…
Tu não estavas…
Mas o meu coração continua cheio de ti….
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