sábado, 30 de maio de 2009

AMAR-TE

Amar-te

Amar
é viver no meu corpo
e ter-te no coração
amar
é simplesmente sorrir para dentro
amar
é...
não querer estar em lado algum
amar
é querer estar dentro de ti

melhor do que amar????
só....
amar-te
saber que me amas
saber que todo o tempo são minutos de espera,

amar, é lutar por aquilo que acreditamos
é saber que sou feliz
porque existes....
amar...
é amar-te

é querer gritar ao mundo...
que és o meu amor

o fácil e o difícil

o fácil e o difícil
fácil era dizermos que "Não" porque somos adultos...
fácil era dizer que te amava...
fácil era dizer que penso em ti a toda a hora...
fácil era caminhar de mão dada…
difícil é não poder ver a tua mão
difícil, é não te ler
difícil, é ler-te e sentir que não estou lá...
difícil é não te ler... porque nada chega...
difícil é sentirmo-nos ignorados...
difícil é não saber se tens enxaqueca...
é não saber se dormes...
é não saber se olhas o mar,
se...
se estás triste, cansado ou feliz...

fácil é saber que vives dentro de mim...

difícil é não saber onde vivo...

as mãos

Mãos que acariciam, que laceram...
mãos que seguram e destroem…
mãos hábeis e desastradas
mãos que transpiram de perturbação e de Amor
e aquecem de convicções e duelos…
mãos… as tuas, as minhas…
entrelaçadas...
num encaixe perfeito...
as tuas, as minhas...
as nossas...
mãos...

O FASCÍNIO DO TEU SORRISO

Não sei como tu consegues ser assim!...
Nenhum contratempo tira teu sorriso.
Eu queria essa postura também para mim.
É de um humor igual ao teu que preciso...

Da tua euforia, tenho feito meu remédio,
Minha terapia é teu rosto risonho.
É sempre tua alegria que me espanta o tédio,
Preso a teu estado d'alma me recomponho.

Ah!... Se Deus me desse teu temperamento...
De quem sorri mesmo nas horas mais duras,
A esperança anularia meu desalento,
Fazendo meu astral chegar às alturas.

Este teu sorriso de puro fascínio,
Com todo o charme de matiz cativante,
Deixou meu coração sob teu domínio,
Prisioneiro de outro, num peito triunfante.

Quando noto, de orelha a orelha, teus lábios,
Um traçado horizontal num rosto lindo,
Percebo-te a usar a estratégia dos sábios,
Convicto de que me ganhaste sorrindo.

Lobo Mau

terça-feira, 5 de maio de 2009

Eu e Tu

Eu e Tu
não somos mais do que mil palavras
que cabem na nossa mão...
mil palavras que vão...
que voltam...
palavras doces
palavras com alma...
palavras ditas pelo coração...
que nos saiem dos dedos...
e chegam...
 para nos deixarem...
a tremer
a sorrir...
a amar...

Ainda é tempo!

Um dia
descobrimos que ainda é tempo
ainda é tempo
para nos olharmos
ainda é tempo
para estarmos no mesmo lugar
ainda é tempo
de pensarmos o mesmo sonho
ainda é tempo.....
quem sabe!?

talvez ainda seja tempo...
enquanto isso...
fica com este pouco de mim...
procura-me em ti
e descobre-te em mim...
ainda é tempo!
mesmo sem tempo....

quinta-feira, 19 de março de 2009

Anjo

Anjo
Anjo
veio...
veio para aquecer minha alma...
e eu reaprendi a sorrir...
quando já nada valia a pena...
chegou suave, delicado...~
quando já não esperava por nada...
quando os dias apenas vinham uns depois dos outros...
veio...
tão doce...
tão delicado....
tão único....
.
.
.
.
.
.
terá asas?

sexta-feira, 13 de março de 2009

Nossas bocas murmuram baixinho
O desejo de se tocarem
Num gesto audaz,apetecível
Encontram-se
Sabor de paixão
Vislumbramento
Consome espaço na mente
Na busca da expressão do desejo...porque gosto de ti!

Tenho sede de encontrar
O meu o teu
É capaz de existir
No meu amanhecer
Talvez a voz do silêncio dos silêncios
Me fale do teu amanhecer...

quinta-feira, 12 de março de 2009

teus olhos... o meu olhar...

Tenho sede de encontrar
O meu o teu
É capaz de existir
No meu amanhecer
Talvez a voz do silêncio dos silêncios
Me fale do teu amanhecer


(de ti para mim...de mim para ti?)

segunda-feira, 2 de março de 2009

Esqueci

esqueci...
esqueci
que havia uma fatia ainda quente de pão saloio...
com manteiga fresca a derreter...
e tu meu amor aquecias-me a alma com teu olhar

Tu

A lareira esta morna...

o vento sabe de cor a cantiga de embalar...

o gato dorme a meus pés,

da chávena (ou será caneca) sai uma brisa quente de café...

na mão seguro a caneta...

o tempo parou por instantes...



olhei pela janela e vi...

vi-te...

sabia que eras tu...

tu!

que ainda não conheço...