A lareira esta morna...
o vento sabe de cor a cantiga de embalar...
o gato dorme a meus pés,
da chávena (ou será caneca) sai uma brisa quente de café...
na mão seguro a caneta...
o tempo parou por instantes...
olhei pela janela e vi...
vi-te...
sabia que eras tu...
tu!
que ainda não conheço...
segunda-feira, 2 de março de 2009
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