Anjo
Anjo
veio...
veio para aquecer minha alma...
e eu reaprendi a sorrir...
quando já nada valia a pena...
chegou suave, delicado...~
quando já não esperava por nada...
quando os dias apenas vinham uns depois dos outros...
veio...
tão doce...
tão delicado....
tão único....
.
.
.
.
.
.
terá asas?
quinta-feira, 19 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Nossas bocas murmuram baixinho
O desejo de se tocarem
Num gesto audaz,apetecível
Encontram-se
Sabor de paixão
Vislumbramento
Consome espaço na mente
Na busca da expressão do desejo...porque gosto de ti!
Tenho sede de encontrar
O meu o teu
É capaz de existir
No meu amanhecer
Talvez a voz do silêncio dos silêncios
Me fale do teu amanhecer...
O desejo de se tocarem
Num gesto audaz,apetecível
Encontram-se
Sabor de paixão
Vislumbramento
Consome espaço na mente
Na busca da expressão do desejo...porque gosto de ti!
Tenho sede de encontrar
O meu o teu
É capaz de existir
No meu amanhecer
Talvez a voz do silêncio dos silêncios
Me fale do teu amanhecer...
quinta-feira, 12 de março de 2009
teus olhos... o meu olhar...
Tenho sede de encontrar
O meu o teu
É capaz de existir
No meu amanhecer
Talvez a voz do silêncio dos silêncios
Me fale do teu amanhecer
(de ti para mim...de mim para ti?)
O meu o teu
É capaz de existir
No meu amanhecer
Talvez a voz do silêncio dos silêncios
Me fale do teu amanhecer
(de ti para mim...de mim para ti?)
segunda-feira, 2 de março de 2009
Esqueci
esqueci...
esqueci
que havia uma fatia ainda quente de pão saloio...
com manteiga fresca a derreter...
e tu meu amor aquecias-me a alma com teu olhar
esqueci
que havia uma fatia ainda quente de pão saloio...
com manteiga fresca a derreter...
e tu meu amor aquecias-me a alma com teu olhar
Tu
A lareira esta morna...
o vento sabe de cor a cantiga de embalar...
o gato dorme a meus pés,
da chávena (ou será caneca) sai uma brisa quente de café...
na mão seguro a caneta...
o tempo parou por instantes...
olhei pela janela e vi...
vi-te...
sabia que eras tu...
tu!
que ainda não conheço...
o vento sabe de cor a cantiga de embalar...
o gato dorme a meus pés,
da chávena (ou será caneca) sai uma brisa quente de café...
na mão seguro a caneta...
o tempo parou por instantes...
olhei pela janela e vi...
vi-te...
sabia que eras tu...
tu!
que ainda não conheço...
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